Novabase, simpler & happier

Mais do que sistemas, desenhamos felicidade.

A revolução tecnológica contínua em que vivemos traz-nos um aparente paradoxo.

Por um lado, nunca foi tão legítimo – indispensável, mesmo – pensar grande. Para uma empresa de qualquer dimensão, ou até para um indivíduo, mudar o mundo já não é uma utopia. Nem sequer tem de ser só um desejo: pode ser um objetivo, e perfeitamente razoável. As ferramentas que temos ao nosso dispor são tão poderosas que se não o conseguirmos não será por falta de tecnologia. Será por falta de ideias. Ou, simplesmente, ambição.

Por outro lado, “mudar o mundo” é mudar a vida de alguém. Se, graças à tecnologia, esse “alguém” forem milhões de pessoas, já está: mudámos o mundo. Mas, para isso, primeiro é preciso que esse impacto singular exista. Mudar o mundo, mas uma vida de cada vez.

E aí está o paradoxo: ao mesmo tempo que convida a pensar grande, tirar partido da tecnologia exige, como nunca, olhar para as pessoas. Não em abstrato: à lupa. De tudo o que é o seu dia-a-dia, o que pode ser simplificado? De que forma a tecnologia pode fazê-las, a cada momento, mais felizes?

Estas são perguntas que nunca deixam de gerar novas respostas. Respostas tão variadas como os habitantes do planeta. Para um europeu citadino, pode ser uma forma mais fácil de encontrar estacionamento. Para um lojista numa remota aldeia africana, o simples acesso a uma conta bancária – algo antes inacessível mas que agora, graças ao telemóvel, já não o é.

Comunicar mais rápido, pagar com mais segurança, esperar menos pelos transportes, enfrentar menos burocracia – tudo isso torna a vida mais simples e feliz. Multiplicado por milhões de pessoas, alguém duvida de que muda o mundo?

Na Novabase, é nisto que estamos focados todos os dias. Em ajudar os milhões de clientes dos nossos clientes a melhorar as suas vidas. Em descobrir o que os faz mais felizes. E em usar a tecnologia para tornar estas descobertas em realidade.

Em mudar o mundo, portanto. Uma vida de cada vez.

Luís Paulo Salvado