Sim, é, porque os graduados mais talentosos são mais exigentes com as empresas que procuram para trabalhar e uma boa integração e formação contínua são vistas como factores diferenciadores para as suas futuras carreiras. Estes colaboradores, integrados via Novabase Academy, integram-se mais rápida e eficazmente no mundo do trabalho. A aposta na fase de integração leva-os mais longe, mais depressa.
Qual o investimento anual reservado pela empresa para a formação destes colaboradores? A esta formação inicial acresce um processo de formação contínua?
O investimento por formando no primeiro ano é de mais de 5000€. Sim, a esta formação inicial de indução, segue-se
um percurso contínuo de formação, que nos primeiros dois anos é mais técnica e tecnológica, e retoma depois o comportamental – os soft e management skills – ao longo da progressão na carreira, e trabalhando o desenvolvimento das competências valorizadas pelo nosso modelo de talento.
Num contexto de crise económica, este investimento na formação sofreu algum decréscimo? A própria contratação saiu afectada?
Não, nem um nem outro, até agora.
Entre os critérios de selecção destes candidatos estão as aptidões e competências técnicas. Considera que estes licenciados vêm bem preparados do meio académico? E em
relação às chamadas soft skills?
Sim, os melhores das melhores universidades vêm bem preparados em geral quanto a aptidões técnicas. Já quanto às aptidões comportamentais há muito que trabalhar nesta fase de entrada no mercado de trabalho. É o que fazemos.
David Smith, da Talent & Organization Performance da Accenture, defendeu recentemente que “reter talentos é fundamental para obter alto desempenho”. Qual o papel do DRH nesta gestão – ela deve passar por práticas mais personalizadas de gestão do capital humano?
O papel da DRH na gestão e retenção do Talento é criar as ferramentas de gestão mais adequadas ao nosso negócio, disseminá-las na organização, nos gestores do negócio e