serviços integrados aos clientes, mas também porque possibilita responder-lhes a qualquer hora e em qualquer local», acrescentou.
Há sensivelmente um ano, a tecnológica encontrava-se a simplificar os seus processos internos, para poder prosseguir com o seu processo de internacionalização. Nessa altura, em entrevista ao Semana, o CEO referiu que este caminho tinha de ser feito porque a Novabase foi crescendo e aumentando a complexidade dos processos à medida que foi ampliando o seu leque de actuação, entrando em novas áreas de negócio. «À medida que a empresa vai tendo mais áreas de negócio e vai estando presente em mais geografias, os processos vão ganhando complexidade. Esse facto aumenta a necessidade de tornar os processos mais robustos e capazes de responder às
diferentes realidades da organização e dos contextos de negócio, independentemente do país onde se trabalha. A dada altura, todas as multinacionais foram confrontadas com esta necessidade de simplificação dos seus processos», afirmou Luís Paulo Salvado.
Nessa entrevista, o CEO sublinhou que dada a difícil conjuntura económica nacional, e face à dimensão da empresa Portugal, era normal que a internacionalização se apresentasse como uma forma de promover o crescimento. «Temos uma dimensão pequena no mundo, e devemos olhar para isso como uma oportunidade. O nosso futuro, em termos de crescimento, está relacionado com o exterior de Portugal, porque aí temos um potencial de crescimento muito maior», reconhecia nesse entrevista Luís Paulo Salvado, salientado que a internacionalização deveria assentar em
duas vertentes: uma geográfica e outra baseada na oferta de produtos e serviços.
O novo centro de operações, inaugurado na passada semana na presença do ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, é mais uma peça no processo de internacionalização e de transformação da Novabase.