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  • 2012-02-17 | Semana Informática

    Novabase investe 2 milhões em centro de operações


    A Novabase investiu cerca de 2 milhões de euros no desenvolvimento de um centro de operações destinado a apoiar os serviços de outsourcing e a sua internacionalização.

    O novo espaço tem 3 mil m2 e integra no mesmo local todas as competências necessárias ao desenho e à implementação de projectos de infra-estruturas tecnológicas de grande dimensão. Emprega 200 pessoas, sendo que 150 já se encontravam na Novabase e que transitaram agora para o centro de operações; os restantes 50 colaboradores foram contratados. A nova infra-estrutura da Novabase possui uma área dedicada à logística e áreas de staging que permitem preparar, configurar e testar equipamentos, além de laboratórios de experimentação de soluções, que estarão disponíveis para parceiros da Novabase.

    O centro de operações inclui ainda o Agile Center, equipado com tecnologias colaborativas de diagnóstico e comunicação que permitem avaliar remotamente o estado, o

    desempenho e os níveis de utilização das infra-estruturas tecnológicas e das aplicações geridas pela Novabase em Portugal ou em qualquer outro país.

    O novo espaço conta com uma estrutura de serviço em regime de outsourcing concebida para funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana. O Agile Center promove também a interacção com clientes e parceiros através de videoconferência e telepresença.

    «Este novo centro de operações do Parque Oriente permite-nos reforçar a nossa oferta de serviços de outsourcing e de managed services tanto em Portugal, como no resto mundo», disse Luís Paulo Salvado, CEO da Novabase. Este investimento é «fundamental para a estratégia de internacionalização, não só porque permite oferecer

  • serviços integrados aos clientes, mas também porque possibilita responder-lhes a qualquer hora e em qualquer local», acrescentou.

    Há sensivelmente um ano, a tecnológica encontrava-se a simplificar os seus processos internos, para poder prosseguir com o seu processo de internacionalização. Nessa altura, em entrevista ao Semana, o CEO referiu que este caminho tinha de ser feito porque a Novabase foi crescendo e aumentando a complexidade dos processos à medida que foi ampliando o seu leque de actuação, entrando em novas áreas de negócio. «À medida que a empresa vai tendo mais áreas de negócio e vai estando presente em mais geografias, os processos vão ganhando complexidade. Esse facto aumenta a necessidade de tornar os processos mais robustos e capazes de responder às

    diferentes realidades da organização e dos contextos de negócio, independentemente do país onde se trabalha. A dada altura, todas as multinacionais foram confrontadas com esta necessidade de simplificação dos seus processos», afirmou Luís Paulo Salvado.

    Nessa entrevista, o CEO sublinhou que dada a difícil conjuntura económica nacional, e face à dimensão da empresa Portugal, era normal que a internacionalização se apresentasse como uma forma de promover o crescimento. «Temos uma dimensão pequena no mundo, e devemos olhar para isso como uma oportunidade. O nosso futuro, em termos de crescimento, está relacionado com o exterior de Portugal, porque aí temos um potencial de crescimento muito maior», reconhecia nesse entrevista Luís Paulo Salvado, salientado que a internacionalização deveria assentar em

    duas vertentes: uma geográfica e outra baseada na oferta de produtos e serviços.

    O novo centro de operações, inaugurado na passada semana na presença do ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, é mais uma peça no processo de internacionalização e de transformação da Novabase.

RODAPÉ