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  • 2011-05-10 | Diário Económico

    Novabase integrou 400 estagiários em cinco anos


    Os recém-licenciados representam 25% dos talentos recrutados este ano pela empresa.

    Neste momento, os recém-graduados representam cerca de 25% dos talentos que recrutámos este ano. No fundo, é o grupo ao qual dedicamos mais recursos e energia", diz Ana Tereza Maçarico, a directora de recursos humanos da Novabase, que integrou perto de 400 jovens recémlicenciados na empresa desde que arrancou com o programa "Academia".

    "A Novabase contrata, sem termo, estes colaboradores que integram a 'Academy' e oferece-lhes um pacote remunerativo competitivo face ao mercado", acrescenta a responsável, sem especificar valores.

    Todos os anos, cerca de 80 jovens vindos de várias universidades chegam à empresa especializada em sistemas de informação para tentar a sua sorte e, seis

    meses depois, 95% são integrados na empresa, embora, ao final de três anos, a taxa baixe para "75%, o que é normal neste sector", acrescenta Maria Tereza Maçarico.

    Sobre a crise e a possibilidade de cortar nos lugares de estágio, este ano, a mesma responsável garante: "até agora nada indica que devemos alterar o plano de recrutamento que elaborámos em 2010. Quando muito estamos mais atentos, dada a situação económica".

    No que diz respeito às oportunidades de ascensão de carreira na Novabase, passados quatro anos, cerca de 12 tornam-se 'senior professionals', o 3.º nível de carreira desde a sua entrada como estagiários'. E "é muito provável que três ou quatro de entre estes venham a fazer parte dos quadros de gestão da empresa nos próximos dois anos",

  • frisa Maria Tereza Maçarico.

    A Novabase está já a promover a edição de 2011 da sua "Academia", desta vez em parceria com a Talent City e vai, pela primeira vez, abrir uma turma no primeiro semestre para os finalistas que terminam o curso nesta fase. Este ano foi ainda, iniciada aquilo a que se chamou a 'Academy Revisited', "um reencontro das turmas 'Academy', ao final de dois anos da entrada, com um programa de formação de quatro dias, adequado à evolução de senioridade dos colaboradores e que volta a reunir as turmas para reforçar o trabalho em equipa.

    Frequentar esta "Academia" dá ainda uma oportunidade única: os seis melhores formandos vão poder visitar a Carnegie Mellon University, nos Estados Unidos, onde se

    encontrarão com os colaboradores da Novabase que frequentam actualmente o Master of Software Engineering, ao abrigo do programa de atribuição de bolsas Novabase CMU/MSE.

    Embora esta "Academia" seja o programa por excelência de recepção dos jovens recém-licenciados, a Novabase acolhe diversos estagiários do modelo de Bolonha, em colaboração com várias universidades.

    A "ACADEMIA" 

    Como concorrer? 

    Para concorrer a um estágio na Novabase, fique a saber que as licenciaturas procuradas são sobretudo ligadas às 

    engenharias (Informática, Computadores, Electrotécnica e Industrial), além de Gestão. A empresa dá a conhecer a sua "Academia", através de iniciativas como 'roadshows' pelas universidades e participação em feiras de emprego. Embora não tenha nenhuma parceria com nenhuma delas, prefere os licenciados de um leque de cinco: Instituto Superior Técnico, ISCTE, Faculdade de Engenharia do Porto, Universidade de Aveiro e Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova. Os alunos que tenham uma média igual ou superior a 14 valores são convidados a participar em testes psicométricos, de aptidão e de personalidade, bem como numa primeira avaliação de motivações profissionais, por forma a direccionar o processo de candidatura para as áreas de negócio mais adequadas. 

RODAPÉ