o País é muito viável.
"Internacional é o que pode compensar a queda"
No curto prazo, a situação em Portugal vai ser "muito difícil" e, por isso, Luís Paulo Salvado, presidente da Novabase, acredita que o "internacional é o que pode compensar". Esta é a estratégia que a empresa tem seguido e, até Setembro, os negócios internacionais cresceram 44%, pesando já 18,7% no volume de negócios da Novabase, ou seja, 32,3 milhões de euros de um total de 172,6 milhões de euros.
"A aposta que fizemos na frente internacional está a ter resultados, um pouco acima do que tínhamos antecipado, e vamos continuar. Contrariamente a Portugal, em que já
somos grandes para o País, internacionalmente há muito espaço para crescer", assume Luís Paulo Salvado.
A Novabase tem projectos em 33 países, com a Europa a ter um peso de cerca de 20%. Espanha é o principal país da internacionalização europeia, mas Angola já a ultrapassou como o mercado internacional com maior peso. Sem contar com o mercado português, África fica, assim, como principal geografia internacional, devido a Angola, mas também com um recente negócio em Moçambique, e com o Quénia. A Novabase entrou em força em Angola no início de 2010 com um parceiro local.
Os principais sectores que a Novabase serve - telecomunicações e banca - estão em processo de modernização em Angola, o que está a favorecer a
empresa, explica este responsável.
Na Europa, "Espanha está a ter dos melhores anos de sempre". Luís Paulo Salvado atreve-se a dar uma explicação: a pressão dos preços está a atenuar a protecção que havia nesse mercado das empresas espanholas. E ganham-se hoje negócios que antes não eram possíveis.
O presidente executivo da Novabase garante que a empresa está "a ganhar negócio em Espanha com rentabilidade".
A estratégia de internacionalização da Novabase é feita por dois caminhos: um relacionado com geografias e outro ligado à oferta "Em algumas soluções, sabemos que