nas metas individuais e colectivas. Em que é necessário valorizar as competências, reduzir os 'gaps' e atrair, reter e desenvolver os melhores talentos. Em que temos de ser competitivos e inovadores. É neste contexto que a gestão do capital humano tem um papel primordial para garantir uma boa execução dos processos de negócio.
As organizações que não recorrem a processos de gestão do capital humano de forma estruturada demonstram menos agilidade, mais desperdício de recursos, perda de talento e conhecimento e desalinhamento com os objectivos estratégicos, e apresentam uma produtividade mais baixa, afectando decisivamente a sua competitividade.
Segundo um estudo da Harvard Business School, as perdas de performance resultam de (por ordem de
importância): recursos inadequados ou indisponíveis; deficiente comunicação da estratégia; pouca clareza na definição das tarefas a realizar; «silos» ou «quintas» que bloqueiam a performance; e uma inadequada monitorização da performance.
As organizações que têm práticas de gestão do capital humano identificam como principais vantagens: o alinhamento com os objectivos corporativos; a melhoria da qualidade do recrutamento, da gestão da performance e do desenvolvimento dos colaboradores; o desenvolvimento de novos líderes internos; o premiar pelo mérito; e a capacidade de planear as carreiras e as sucessões.
Estas práticas são normalmente suportadas em sistemas de informação que, de uma forma integrada, permitem
mobilizar e envolver as pessoas para impulsionar novas estratégias e iniciativas. Permitem alinhar e ligar pessoas para agilizar e acelerar os processos de negócio e cultivar o conhecimento individual e colectivo para atingir resultados.
Estes sistemas de informação específicos têm evoluído muito nos últimos anos. São hoje aplicações de gestão de pessoas que complementam os tradicionais HRMS ('human resources management systems') com funcionalidades de gestão da performance, das carreiras e das sucessões, da aprendizagem presencial e de 'e-learning', de recrutamento 2.0, planeamento da capacidade produtiva e 'social networking'.
Agora a pergunta é: está pronto para viajar até ao centro